Quantum Sky mostra maturidade da marca

A Quantum vem aumentando a família de smartphones e este blog está acompanhando continuamente essa evolução. Desde que lançou o seu primeiro smartphone, a empresa brasileira subsidiada pela Positivo Tecnologia mostrou boas evoluções. E foi muito interessante fazer o review do Quantum Sky.

Indo direto ao ponto, gostei muito do desempenho e da câmera. E este último item estava sendo uma dificuldade para a Quantum. Mas nesse aparelho gostei do que vi e do que usei.

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Clique na imagem para assistir ao unboxing

Design e acabamento

Diferente de outros modelos da família Quantum o Sky tem corpo inteiro de metal. A Empresa faz questão de frisar que é de alumínio aeronáutico. Significa que é leve e resistente. Verifiquei que realmente que é bastante resistente e tem dois extras que deixam muitos consumidores contentes: o Quantum Sky já vem com capinha protetora e com película de plástico para proteger a tela. Já é uma economia. Pontinho positivo para a Quantum.

O peso é de 182 gramas, cerca de 25 gramas mais pesado do que modelos da concorrência de mesma categoria. Pode não parecer, mas é um tanto pesado sim. Apesar disso, a ergonomia é muito boa, pois segue design curvo nas bordas laterais traseiras, o que oferece conforto para segurar. É um design bastante funcional e não há mais nenhum destaque em termos de beleza por aqui. É um design comum.

Usei bastante com a capinha plástica que veio com ele. Não escorrega das mãos e fica bem fixa ao celular. Um destaque fica por conta de que é fina e assim não aumenta muito as dimensões do aparelho.

Configuração e desempenho do Quantum Sky

O smartphone vem com processador MediaTek MT6755, octa-core de 1,95 GHz. A GPU (processador gráfico) é a Mali-T860 MP2, também da MediaTek. A memória RAM é de 4 GB e o armazenamento interno é de 64 GB. Há slot para expandir o armazenamento para até mais 256 GB com cartão micro SD. O Android instalado é o 7.0 (Nougat).

Quantum Sky rodando o game Unkilled. O smartphone teve bom desempenho com jogos de gráficos sofisticados. (clique na foto para ampliar)

 

Traduzindo para o português, a configuração é de chamar a atenção. E, nos testes, posso afirmar que ele foi muito bem. Rodou vários jogos pesados, como Unkilled, Real Racing 3 e Modern Combat 5. Sem travamentos e sem nenhum lag. A memória de 4 GB pode ter ajudado bastante nisso. Além disso, o Android está com poucas customizações, o que deixa tudo mais fluido também.

Quanto aos aplicativos mais populares, como Twitter, Instagram, Facebook, Chrome e Google maps, todos rodaram sem problemas, sem lags ou travamentos.

O botão central também é sensor biométrico. E reconhece rapidamente a impressão digital. Do lado esquerdo e direito dele estão os botões de menu do Android para voltar tela e exibir apps aberto. No entanto, não têm o símbolo e também não acendem.

Uma coisa irritou apenas na usabilidade. Os dois botões de menu do Android (o de voltar e o de tarefas abertas) não acendem. Às vezes nos perdemos um pouco porque não encontramos o ponto certo para ativar esses recursos. Nada tão grave, mas durante o uso do dia a dia, é irritante.

Tela do Quantum Sky

A tela tem 5,5 polegadas, usa tecnologia IPS LCD e conta com resolução Full HD (1920 x 1080 pontos). Já é uma tecnologia bastante madura utilizada há anos por vários fabricantes. Não é a mais atual do mercado, mas funcionou muito bem, tanto em conforto visual, quanto à sensibilidade ao toque. O brilho automático funciona bem se adequando bem ao ambiente que estamos.

Um exemplo de um filme rodando no Quantum Sky (pelo Netflix). Definição e cores foram mais do que suficientes para assistir com conforto

Segurança por biometria

Além dos recursos de desbloqueio de tela mais comuns, como padrão de desenho, PIN e senha numérica, o Quantum Sky também oferece desbloqueio por sensor digital. O botão fica abaixo na tela, centralizado e também funciona como botão principal de menu do Android e para abrir o Google Assistente.

O sensor de desbloqueio por impressão digital funcionou muito bem. Tanto o cadastro das impressões digitais, quanto o reconhecimento para desbloqueio foram feitos rapidamente, como se espera dessa tecnologia.

Câmeras do Quantum Sky

A Quantum resolveu atacar de selfie nesse aparelho. Pois a resolução da câmera frontal é maior do que a câmera traseira. Não significa que a câmera principal seja ruim, mas apenas curioso.

Segundo pesquisas feitas pela Quantum, os brasileiros gostam de tirar selfies (sério isso? deixe nos comentários se vc também gosta) e, portanto, capricharam na câmera frontal. A resolução da câmera principal é de 13 megapixels com abertura de f/2.0 (sensor Sony IMX 258) e a frontal tem resolução de 16 megapixels também com abertura de f/2.0 (sensor Samsung S5K3P3).

Apesar disso eu gostei mesmo foi da câmera principal. A Quantum oferece vários modos, além do automático. E isso permite brincar mais e dar mais criatividade às fotos. Amém do modo manual, onde é possível brincar com o tempo de abertura, por exemplo, ainda há modo câmera lenta, time lapse, Panorama, leitor de código de barras e digitalizador para PDF.

Esses recursos não são novidades, porém, eu cito aqui porque funcionam muito bem no Quantum Sky. E as fotos saem muito boas. Não é um topo de linha nos quais aparelhos dessa categoria usam abertura de f/1.7 ou f/1.8, que permitem maior entrada de luz. Mas as fotos ficam muito boas, assim como a estabilidade dos vídeos de timelapse e de câmera lenta.

Ainda é possível fazer ajustes manuais em foco e tempo de abertura da lente em que a Quantum chama de modo profissional. É interessante obter efeitos diferentes com esse modo se você curte criar fotos diferentes e mais criativas.

Galeria de fotos feitas pelo Quantum Sky

As fotos não possuem tratamento por software. Dessa forma mostro exatamente a qualidade da câmera do smartphone.

Duração de bateria do Quantum Sky

Esse também foi um ponto forte desse smartphone. A capacidade da bateria do Quantum Sky é de 4.010 mAh. É cerca de 900 mAh a mais que os concorrentes de mesma configuração.  E isso fez a diferença. Sempre uso dois padrões de teste de bateria. No primeiro uso um perfil mais soft, acessando apenas aplicativos mais populares e utilizando menos do aparelho.

No segundo eu uso de forma mais intensa intenso com mais aplicativos, vídeos e jogos.

No uso mais leve, durante o dia alternei entre o Wi-Fi e pela rede 4G acessando redes sociais e assistindo a vídeos curtos que somavam 10 minutos. Usei o GPS por 15 minutos, acessei e-mails e tirei 10 fotos. Fiz 10 minutos de chamadas telefônicas e nesse perfil a bateria chegou a uma autonomia de 22 horas.

No segundo teste, de uso mais intenso, fiz 30 fotos e 3 vídeos que somaram 8 minutos juntos. Usei também jogos e deixei vídeos do Youtube rodando no Wi-Fi por 60 minutos. Acessei também redes sociais e e-mails. Também usei fone bluetooth escutando músicas e vídeos por cerca de 1 hora. E nesse perfil a bateria chegou a 18 horas de autonomia.

Portanto, os 4.010 mAh de capacidade mostraram que podem deixar o Quantum Sky longe de uma tomada por mais de um dia (considerando que o período de sono ele fique em stand by). Bom dizer também que o carregador do Quantum Sky é turbo. Ele chega de zero a 80% da carga completa em cerca de 1 hora carregando.

Conclusão

O Quantum Sky é um aparelho que mostrou a maturidade da marca Quantum. Tem bateria duradoura, um desempenho muito interessante e 64 GB de espaço interno. Este smartphone evoluiu muito em comparação com seus antecessores. O design é bastante comum, sem novidades, mas bastante funcional e robusto, já que tem corpo todo em alumínio bastante resistente. Destaque para a capinha de plástico e a película que já acompanham o produto. A capinha é simples, mas como é do próprio fabricante, ela encaixa perfeitamente, fica firme e não aumenta muito o volume do aparelho. E claro, já é uma economia não precisar comprar esses acessórios.

A usabilidade foi bastante agradável, com transições de tela fluindo bem e tela respondendo bem ao toque. O sensor biométrico funciona muito bem, desbloqueando a tela rapidamente. O que irritou um pouco foram os botões de menu do Android serem “invisíveis”. Os botões sensíveis ao toque com a função de voltar e de mostrar os apps abertos não são retro-iluminados. E muitas vezes ficamos tocando no local errado até encontrar o ponto certo. Não é nada grave, mas é preciso citar que irrita um pouco sim.

Enfim, na faixa de preço de R$ 1.300, é um bom concorrente para o Moto G5s.

 

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